Chegar ao sucesso e ser reconhecido pelo trabalho, esses são os sonhos dos músicos do chamado circuito alternativo de Sinop, na cidade existem várias “bandas de garagem”. Apesar de estarmos em uma região onde o rock não é muito aceito pela população da “geração passada” e alguns jovens que se apaixonaram pelo sertanejo universitário, muitas bandas persistem no sonho e tentam conseguir o seu lugar ao sol.A formula geralmente é simples, baixo, guitarra, bateria e vocal. Este sonho não é somente de rapazes, um número muito grande de garotas estão inseridas neste circuito. Patrícia Ferraz de 16 é integrante de uma banda mesclada entre garotos e garotas, ela toca bateria e acha que o preconceito na música acabou há algum tempo, porem ainda tem aqueles que resistem. “eu tento não dar muita atenção aqueles rapazes que ficam fazendo piadinhas” conta ela sorridente. Patrícia diz ser amante do novo rock estilo emocore que é uma vertente do hardcore, um som mais melancólico com letras falando geralmente de desilusões amorosas, que sofre certo preconceito até pelos próprios músicos, que discriminam os ouvintes deste estilo do rock.
Aos seguidores das bandas que ainda perseveram, festivais e shows estão sendo organizados na cidade, apesar do custeio ser todo bancado pelos próprios músicos a vontade não diminui.










1 comentários:
É assim mesmo no começo, eu achei bem legal uma garota na bateria, fazia tempo que não via algo assim...
http://3-minutos.blogspot.com
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